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Fiéis à
intuição de São Francisco de Assis, que na Regra Bulada de 1223
indicava aos frades desejar acima de cada coisa o Espírito do
Senhor e seu santo modo de operar, o Fundador exorta àquelas que
farão parte do nosso Instituto: "Empenhem-se de serem
informadas do Espírito de Jesus Cristo de fazê-lo transparecer
em cada mínima ação, e serem plenas dele de modo a comunicá-lo
aos outros..."
Na linha da
espiritualidade franciscana alcantarina Cristo é visto e
contemplado, sobretudo na sua Paixão e no mistério da Cruz. Na
mesma ótica, o Instituto é chamado a viver os valores da
pobreza, minorismo, penitência e contemplação.
A
visibilidade e credibilidade da Consagração a Deus se encontra
naquilo que o fundador definiu como o caráter distintivo das
Filhas Pobres de São Pedro de Alcântara: a caridade fraterna,
alma da reciprocidade nas relações: “dei-vos o exemplo para que,
como eu vos fiz, também vós o façais” (Jô 13,15).
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